UPTECLaboratório OLT
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Curso OLT Start

Você aprende OLT na OLT.

Um laboratório onde você digita o comando de verdade e o equipamento responde como o de bancada — porque cada resposta foi medida em OLT real, não escrita de cabeça. Erre à vontade: aqui não tem cliente do outro lado da fibra.

OLT GPON 16P16 PON · 8 UPLINKPWRSYSALMPON 0/1 – 0/16UPLINK
OLT EPON 4P4 PON · 4 UPLINKPWRSYSALMPON 0/1 – 0/4UPLINK

Esquema dos dois equipamentos do laboratório. A contagem de portas é a real: 16 PONs e 8 uplinks no GPON, 4 PONs e 4 uplinks no EPON.

2
equipamentos
20
portas PON
2
formas de configurar
0
clientes na linha

O terminal é o mesmo. Inclusive quando você erra.

Comando incompleto, palavra fora de lugar, faixa inválida: o laboratório recusa do mesmo jeito e com a mesma mensagem do aparelho. O ? mostra o que a OLT mostra, e o Tab completa o que ela completa.

Quando alguma coisa não foi medida na bancada, o laboratório não inventa — ele omite. Você nunca vai decorar aqui uma resposta que não existe lá.

OLT>enable
Password:
2000/01/01 01:32:34 User Login User admin logged in from 192.168.8.1 on vty
OLT#configure terminal
OLT(config)#interface gpon 0/1
OLT(config-pon-0/1)#show onu auto-find
 
Index Sn
1 sn:ITBS2c7c4e89
2 sn:ITBS4a1f0032
3 sn:ITBS7710c9de
 
OLT(config-pon-0/1)#onu add 4 profile default sn ITBS2c7c4e89
OLT(config-pon-0/1)#

O que você pratica

Do primeiro acesso ao link dedicado de empresa — a mesma sequência que se faz numa OLT recém-tirada da caixa.

EPON e GPON

Primeiro acesso e gerência

  • Entrar pela primeira vez e trocar a senha
  • Criar um segundo usuário administrador
  • Dar nome à OLT e endereço de gerência
  • Ligar o salvamento automático da configuração
EPON e GPON

VLAN e uplink

  • Criar VLAN de serviço e VLAN de gerência
  • Marcar VLAN no uplink (tagged, untagged, PVID)
  • Trabalhar com faixas de VLAN
  • Isolar portas PON entre si
EPON e GPON

Autorizar a ONU do cliente

  • Ver quem está pendurado na fibra (auto-find)
  • Autorizar por MAC, por número de série e por LOID
  • Escolher o modo de autenticação da PON
  • Desautorizar, reiniciar e trocar a ONU
GPON

A pirâmide de perfis

  • Perfil DBA — quanta banda a ONU pode pedir
  • Perfil line — tcont, gemport e service
  • Perfil srv — o que sai na porta do cliente
  • Perfil onu — o que a ONU é fisicamente
GPON

Cliente bridge e cliente router

  • ONU bridge: o serviço na porta ethernet
  • ONT router: o serviço na interface VEIP
  • Amarrar cliente, perfil e VLAN
  • Ler a configuração pronta no running-config
EPON e GPON

Transporte L2 e diagnóstico

  • Link dedicado com banda garantida para empresa
  • QinQ e tradução de VLAN
  • Sinal óptico, estado da ONU e tabela MAC
  • Storm-control e detecção de loop

Do laboratório para o campo

De uma OLT para outra muda a caixa — portas, formato, fabricante — e muda também a sintaxe: a mesma coisa se pede com outras palavras, em outra ordem, às vezes com um parâmetro a mais. Chega a mudar entre duas versões de firmware do mesmo aparelho.

O que não muda é a lógica, porque ela vem do protocolo: EPON e GPON pedem os mesmos passos, na mesma ordem, em qualquer equipamento. Por isso o curso ensina o porquê de cada passo e o ? para descobrir como aquele aparelho chama a coisa — quem decora um modelo trava no primeiro que for diferente.

OLT de bancada com quatro portas PON, quatro portas ethernet, console, AUX e USB.

Caixa de 4 PON

A OLT de começo de provedor: cabe num rack pequeno e já atende os primeiros bairros.

OLT de 1U com dezesseis portas PON em duas fileiras e uplinks ethernet e SFP.

Caixa de 16 PON

O mesmo 1U, quatro vezes mais fibra saindo pela frente. É o porte do laboratório.

Chassi de OLT de duas unidades de rack, com placas de linha removíveis.

Chassi modular

Aqui a OLT deixa de ser uma caixa fechada: as placas de PON entram e saem conforme a rede cresce.

Chassi de OLT de uma unidade de rack com duas fontes de alimentação removíveis.

Chassi com fonte redundante

Duas fontes lado a lado: quando a operação não pode parar, a energia entra por dois caminhos.

Como funciona

  1. 1

    Escolha o equipamento

    Duas OLTs esperando na bancada virtual, cada uma com a sua configuração guardada. Você troca de uma para a outra sem perder o que fez.

  2. 2

    Configure pelo terminal ou pela tela

    As duas mexem no mesmo aparelho: o que você faz na interface web aparece no running-config, e o que você digita no terminal aparece na tela.

  3. 3

    Salve, quebre e volte atrás

    Salvar a configuração, reiniciar a OLT, voltar ao estado de fábrica e restaurar um backup — inclusive para aprender o que acontece quando você esquece de salvar.

O laboratório acompanha o seu progresso

Não é questionário: são marcos de comissionamento que o próprio equipamento confirma. Cada um risca sozinho quando a configuração aparece na OLT.

  • Usuário secundário criado
  • Hostname alterado
  • Gerência com IP configurado
  • Auto-copy (salvamento automático) ligado
  • VLAN de serviço criada
  • VLAN marcada no uplink
  • ONU autorizada
  • Configuração salva

Quem faz

Franklin Oliveira é quem está por trás da UPTEC e do laboratório que você acabou de ver.

É também o criador do UpBox, plataforma de monitoramento de rede usada por provedores no dia a dia, e do UPMap, o mapa de rede que mostra enlaces, tráfego e sinal óptico em tempo real.

É de onde vem o jeito deste curso: cada comando aqui foi digitado numa OLT de verdade antes de virar aula.

A OLT está ligada. Falta você.